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Farol de Santa Luzia:
Situado em um terreno rochoso, encosta íngreme na ponta da Santa Luzia, entre o Morro do Moreno e a Praia da Costa. Construído na Escócia em 1870, pela iniciativa do Barão de Cotegipe, o Farol mede 12m de altura e 9m2 de base. Sua luz, produzida por lâmpada de 3.000 watts, atinge 17 milhas marítimas. Seu funcionamento é feito à base de álcool, gás e eletricidade, um sistema adquirido na França. Serve de orientação à navegação direcionada aos Portos de Vila Velha, Vitória e Tubarão.
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Forte São Francisco Xavier da Barra:
Junto ao Morro da Penha, Vasco Fernandes Coutinho teria construído uma pequena fortificação em 1535. Sua ampliação teve início no ano de 1700 por Don Rodrigo Costa sob a direção de D. Rodrigo Costa, sob a direção do Capitão Mor Francisco Ribeiro, que em 1703 deixou o Forte adiantado, mas em 1705, sofreu investidas de ingleses e holandeses, o Conde de Sabugosa mandou reedificar o Forte, conhecido como Forte "São Francisco Xavier da Barra", em 1726, dando-lhe forma circular e aparelhando-o com 15 peças. Em 1862, foi cedido à Marinha e passou à servir com armazém e logo após com a primeira Escola de Aprendizes de Marinheiros,extinta em 1866. Reorganizando a Escola em 1909, recuperou-se o Forte, mas voltando à ser extinto em 1913. A brigando em 1919 o terceiro Batalhão de Caçadores, hoje 38o. Batalhão de Infantaria. O Forte São Francisco Xavier, é o marco do início da Colonização, bem como da presença do Exército do Estado. Importante peça na proteção do ouro das Minas Gerais no séc. XVII e XVIII. Parque da Prainha, dependências do 38o. BI. |
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Museu e Atelier Homero Massena:
A desapropriação da residência do pintor Homero Massena e a instalação de um Museu e Atelier naquele espaço, só concretizou-se em 1986. Homero Massena nasceu em Barbacena, MG, com pai capixaba. Pintou dos 15 aos 89 anos e sempre morou em lugares propícios à sua arte: Barbacena, Ouro Preto, Juiz de Fora, São Paulo, Campos, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Petrópolis, Curitiba, Rio de Janeiro, Paris e Vila Velha. Fundador da Escola de Belas Artes do Espírito Santo, sétima do Brasil, que se transformou no Centro de Artes da UFES. Ele empresta seu nome à Galeria do Governo do Estado. Sua casa na Prainha de Vila Velha, foi recuperada em 06 meses e transformada (graças ao apoio da PMVV, Chocolates Garoto, Fundação Jônice Tristão e Banestes) no nosso primeiro Museu de Artes Plásticas do Espírito Santo. (0**27) 3340.0139
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Museu Etnográfico - ( Casa da Memória) : Imóvel tombado pelo Governo do Estado, situado na Prainha de Vila Velha, ao lado do Museu Homero Massena. O Museu Etnográfico resgata nossa História e memória do nosso município e Estado. (0**27) 3329.0919
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| Galeria Atual:
Funciona desde 1979, na Prainha, em Vila Velha. Tem exposição permanente de obras de arte únicas em sua beleza e raridade, e organiza exposições mensais de artistas convidados. |
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Museu Ferroviário:
A antiga Estação Pedro Nolasco, fincada às margens da baía de Vitória, reúne um rico acervo, no qual sobressaem a velha Maria-Fumaça, o vagão de madeira, o trólei, o telégrafo, o quepe do agente, o sino, a fotografia, o documento, enfim, variadas imagens de uma conquista que começou nos idos de 1900. O prédio foi construído em 1927, com o nome de Estação São Carlos. Em 1935, passou a chamar-se "Pedro Nolasco", homenagem ao engenheiro que dedicou sua vida à causa de ligar por trem, a costa do Espírito Santo aos interiores de Minas Gerais, pelo Vale do Rio Doce. Durante 40 anos, a Estação São Pedro Nolasco, foi importante ponto de referência de passageiros e suas cargas. Os trens que dela partiram fizeram ponto em dezenas de outras Estações, cujos nomes à lembrança de capixabas e mineiros trazem a sensação de que aqueles tempos eram mais românticos que os de hoje. Flexal, Caboclo Bernardo, Timbuí, Fundão, Tabocal, Cavalinhos, Mailasky, Itueta, Tumiritinga, Crenaque e tantas outras. Se o primeiro traçado apontava me direção de Diamantina, a descoberta das minas de Itabira desviou-lhe o rumo imaginando para tornar-se ponte de abastecimento de minério aos aliados em guerra nos primeiros anos da década de 40. Irmãos gêmeos nascidos de uma só Capitania, Minas e Espírito Santo, não se desassociam mais.. Muito menos na história da Estrada de Ferro, meio seguro de fazer relação entre o campo e o porto. Entre passado e modernidade. Entre desejo e futuro. Entre cultura e saudade. Ao longo dos seus leitos, retas e curvas, plantaram-se cidades, cafezais, minas, indústrias e rebanhos. Plantaram-se olhos no futuro. Ajeitaram-se modos de viver, de ser e de enxergar. Essa será a missão do Museu. Sua arquitetura de linhas sóbrias e sem excesso decorativo redime o tempo, até no apito da Maria Fumaça e nos vagões de madeira envernizada, que vão dizer aos de hoje, como trabalharam os de ontem. E como deverão trabalhar os de amanhã. Antiga Estação Pedro Nolasco, bairro Argolas, Vila Velha.
(0**27)3226.4169
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Terceira Ponte: Com tamanho de 3.331 m, possui um vão central metálico sobre o canal de navegação, com extensão de 260m, um dos maiores do mundo. Foi inaugurada em 23 de agosto de 1989 com o nome "Deputado Darcy Castello de Mendonça". Liga a ilha de Vitória à Vila Velha. Fluxo diário: aproximadamente 50.000 veículos.
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Fábrica de Chocolates Garoto: Sua fundação se deu pelo imigrante alemão Henrique Meyerfreund, em 16 de agosto de 1929. Teve início a fabricação de balas em Vila Velha em 1934, e seus primeiros equipamentos vieram da Alemanha. A administração da Fábrica mantém até hoje o ideal de seu fundador, de fabricar o melhor chocolate. A visita à loja da Fábrica é "parada obrigatória" para qualquer turista. Horário de funcionamento: de 2a. à 6a.: das 09:00h às 18:00h. E aos sábados: das 08:30h às 17:00h. Tel.: (0**27) 3320.1524 Av. Jerônimo Monteiro, Glória.
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| Ponte da
Madalena:
Construída em 1996, liga a reserva de Jacaranema à Barra do Jucu. Seu nome é em homenagem à Banda de Congo do Município, na qual ficou famosa pela música "Madalena".
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| Banda de Congo:
Também conhecida como congada, é uma dança de tradição e costumes africanos. Os instrumentos são os tambores, caixas, pandeiros, reco-recos, cuícas, triângulos, apitos, chocalhos e rabeca. O Balneário da Barra do Jucu, situado no km 12 da Rodovia do Sol é o local onde a tradição da Congada é guardada e onde nas noites de lua cheia e de festas, os tambores da banda de congo entoam os velhos sons que tanto embalaram os negros escravos em suas senzalas. Hoje livres, como todo ser humano deve ser.
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Lagoa de Jabaeté: Localiza-se nas proximidades da Barra do Jucu às margens da Rodovia do Sol. Possui uma área de 244 hectares. Sobre suas águas, pequenas ilhas de arbustos flutuam e se deslocam a favor do vento. Constitui um ótimo local para pesca, banho e piqueniques. Passou a se chamar Parque Ecológico de Jabaeté com o Decreto Municipal no. 1980.
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Morro do Penedo:
Localiza-se nas proximidades do Porto de Capuaba, massa granítica de rara imponência com 132 metros de altiude. Neste Rochedo, em 1867, Harrt, esculpiu uma marca em forma de escudo para indicar a altura alcançada pela maré daquele dia e que não mais voltaria. Outrora, servia o Penedo de suporte para pesada corrente de ferro que se estendia à margem, fechando o canal quando dos ataques dos invasores. Passou a ser acervo ecológico com o Decreto Municipal No. 058/94.
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Morro da Mantiqueira:
Pegando a foz do Rio Aribiri, abrange uma área de 140 hectares, formada por manguezais e remanescentes da Mata Atlântica (que são distribuídos nos morros: Mantegueira e Garoto). Utilizando estes diversos elementos naturais, se tem a área de baixada, onde está previsto seu maior uso. O ponto mais alto do parque ó o Morro da Mantegueira, que possui 80 m, onde se tem um platô de visão ímpar e abrangente. Com o Decreto Municipal No. 21155/92, toda a área de 1.365.000m2, passou a fazer parte de nosso acervo ecológico, PARQUE ECOLÓGICO ESPERA-MARÉ.
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Morro do Moreno:
Com 163m de altitude aproximadamente é procurado para saltos de pára-pente e vários esportes como o traking entre muitos outros.
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Lagoa do Milho ou Lagoa Vermelha:
Localizada entre a Barra do Jucu e a Ponta da Fruta, às margens da Rodovia do Sol, sua denominação deriva-se da vegetação do fundo da Lagoa, que possui cor avermelhada e propriedades terapêuticas. Execelente local para banhos e piqueniques.
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Rio Jucu/Reserva Florestal de Jacarenema:
Jacarenema, possui grande área de restinga de Mata Atlântica "Uma Beleza Natural". Rica em fauna e flora,cortada pelo Rio Jucu, que deságua no mar, provocando o fenômeno das Pororocas em pequenas proporções. Excelente local para a pesca, banho e passeios de barco. Possui recantos maravilhosos e escombos Jesuíticos. Bem nesta área foi construída a Ponte da Madalena, que transpassa o Rio Jucu. Toda a Reserva Ecológica de Jacarenema, é conhecida como Reserva Ecológica Estadual de Jacarenema, conforme Decreto Municipal No. 056/92.
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Porto de Vila Velha:
Importante fator de desenvolvimento de Vila Velha, possuindo 08 berços, equipados com armazéns alfadegados e moderno equipamento, permite escoamento dos produtos oriundos do Corredor Centro-Leste e das exportações principalmente através de Containers. Funciona também como Porto exportador e importador de automóveis. É hoje um dos maiores contribuintes de I.S.S. (Imposto Sobre Serviços) do Município.
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Teatro Municipal Hélio Vianna:
Antiga Sede da Prefeitura, reformada em dezembro de 1992, sendo mais uma opção cultural para o município. O Teatro tem capacidade para 322 pessoas, incluindo 10 camarotes. Possui também 02 camarins equipados de iluminação e estrutura hiperbólica. Av. Jerônimo Monteiro, Praça Duque de Caxias, Centro, Vila Velha.
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Ladeira das Sete Voltas:
Representa as Sete Alegrias de Nossa Senhora. Caminho feito com pedras até o Convento. * Anunciação pelo Anjo Gabriel * Visita de sua prima Isabel * Nascimento de Jesus Cristo * Recebimento do Espírito Santo por Jesus Cristo * Apresentação de Jesus no Templo * A ressurreição de Jesus * Sua ascensão aos céus como Rainha.
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